sábado, 2 de fevereiro de 2008

O "se", o "talvez" e o "quase"

Se... e sim, isso agora vai começar com um “se”... se... e só se... Se você estivesse aqui dentro... entre quatro paredes comigo... como se diz... e se não se limita-se à questão física na qual se compreende este quarto... talvez você se lembrasse que essa música me toca profundo na alma... e talvez... se não fosse o “se”... talvez... você sentisse que eu quero... uma vez já tocada na alma... ser tocada por seus milhões de dedos... Se você se tocasse que meu corpo... a essa altura... precisa ser possuído com urgência... daquele jeito que o seu me prometeu ser na primeira vez... talvez e se... talvez... você tivesse me olhado de volta e reconhecido... não o “se”ou o “talvez”... mas todo o resto... e “se” “talvez” você não tivesse me dado o “quase”... a gente podia contar uma história de “fomos muito felizes essa noite”... ah... se... talvez... não fosse o quase...


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